Espero que todos estejam fazendo seus péssimos jogos. Temos que fazer esse prêmio sair da miséria e passar a casa dos 20 mi. Para dar uma mão aos leitores do BMS, andei estudando algumas desestratégias. Anotem no bloquinho, misturem uma com a outra, criem novas e compatilhem!
1. Numeração de pombas
Essas praga urbana pode ser um ótimo aliado do azar. Caso vocês desconheçam, a pomba bica qualquer coisa que você jogar no chão (não precisa gastar dinheiro com milho de pipoca, é só jogar um monte de pedrinha que ela vai comer). A idéia é super simples.
Anote em pequenos papeizinhos os números de um cartão da Mega, do zero-um ao sessenta. Feito isso, vá a uma praça e atire para as pombas. Depois dos bichos comerem, você tem duas opções: joga naqueles que eles não bicaram, ou aposta nos papéis que as pombas vomitarem.
2. Método Stevie Wonder (ou jogo da caneta, para os ocultistas)
Um pouco mais difícil do que alimentar pombas, o método SW requer habilidades espaciais em circunstâncias de privação da visão. É indicado que o apostador faça uso de uma venda ou um tapa-olhos (dar uma espiadinha estraga toda a dinâmica). A moral é fazer o jogo sem o menor contato visual com o talão de apostas. Aviso: é natural sair com as mãos todas riscadas ou, eventualmente, anular o jogo por pane no leitor óptico.
3. Método Orlando Orfei
Esse aqui é pra quem gosta mais de uma dosezinha de adrenalina. Os materiais necessários são: um talão de apostas, fita adesiva, uma pessoa e seis facas Ginsu (pode ser Tramontina, só pra não dizer que tou fazendo jabá). Com os materiais em mão, basta encostar a pessoa em uma parede, colar o talão de apostas com a fita adesiva logo acima da cabeça dessa pessoa, dar 1o passos para trás e começar o show.
Nesse método, dá pra pegar um elemento do anterior: o tapa-olhos. Quanto à escolha das dezenas, você pode optar pelo lugar que a faca cravar ou pelos quadradinhos manchados de sangue.
Sorte, meu Brasil! Muuuuuita sorte.